Inspiração Vestido Parte III – Usando como saia ♥

E se o vestido, ao invés de virar camisa, virar saia, como nesse look da Rockie ? Confesso que esse é meu jeito favorito, com uma blusinha leve por cima.

Rockie N

Também dá pra virar saia cobrindo a parte de cima com jaqueta e cachecol, de um jeito simples e bem quentinho, não dá ? Opa se dá:

quentinho

Via lookbook

E quando você acha que já pensou em tudo …. Vem a Julia Alcântara e PÁ, samba na sua cara, usando um vestido muito parecido com o nosso, de cor diferente, amarrado como saia, com blusinha de renda.

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E agora, ainda dá pra dizer que tá difícil fazer remix com vestido xadrez ??

E vocês, como usariam, dividam com a gente!

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Inpirações Vestido Xadrez Parte II – Versão Rock

Na sexta feira passada, compartilhei com vocês algumas maneiras quentinhas que venho pensando em usar o vestido, quando chegar a minha vez. Outro jeito que penso muito em montar meu look é fazendo uma composição com uma pegada mais rock detonadinha trash do jeito que a gente ama.

E pra começar as inspirações, um jeito simples, grunge e largadinho largadinho: só adicionar meia preta e coturno, como a Lua P:

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Pela banalização da meia rasgada!

Mais grunge ainda ? Que tal usar o vestido amarrado na cintura?

amarrado

Via lookbook – Creepers da discórdia! Um coturno no lugar daria um efeito bacana também.

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Via lookbook – tudo preto e só o xadrez amarrado trazendo cor.

E se a gente usar o vestido só jogadão por cima da roupa, como se fosse um casaco ?

por cima da roupa

Via lookbook

E vocês, usariam desse jeito ?

♥ Inspirações pro vestido viajante !

Quando começamos o projeto, ouvimos de várias pessoas – e nós também pensamos isso, confesso – que um vestido xadrez seria difícil de coordenar de maneiras diferentes. Abraçamos o desafio, e tem sido muito divertido!

Enquanto o vestido não chega para as meninas seguintes – não vejo a hora de chegar minha vez – comecei a colecionar algumas maneiras de usar o vestido. Vem comigo!

vestidinho xadrex

Primeira maneira diva e simples de usar o vestido: com cintinho marcando a cintura e óculos retrô, com cara de diva, senão não funciona, hehe! Ok, essa maneira nós já conhecemos, mas não pude deixar de notar a semelhança entre este vestido e o nosso! Salvei esta imagem no pinterest.

E durante o alto verão, não teve jeito: dava pra brincar com os acessórios, com os sapatos e bolsas, mas não tinha muita possibilidade de somar outras peças ao conjunto. Um jeito que vimos as meninas experimentando, mais precisamente, a Lual, foi usar o vestido como camisa, o que funcionou muito bem. E olha que linda a Vanessa Ronzan com essa camisa que lembra um pouco as cores do nosso vestido, usada com este cinto laço vermelho na cintura e saia mais justinha. E os acessórios maravilhosos ?

vanessa ronzan

Me digam vocês – dá para tentar parecido em casa ?

Claro que com o friozinho do outono, aparecem mil e uma novas maneiras de usar o vestido, dá-lhe meia calça e terceira ou quarta peça! Escolhi outras duas inspirações de looks da Kendi, rainha do remix de guarda roupa, em que ela usa uma camisa de estampa xadrex, mas que podia muito bem ser o nosso vestido por baixo:

um dos remix

Com saia de renda! Cardigan amarradinho com cinto! E botinhas!

ideia pro vestido viajante

Com uma blusona mais solta, lembrei um pouco do colete que a Lily usou com o vestido …

Falando em colete, e se você colocar um colete bem fofinho quentinho de pele FALSA por cima do vestido, será que fica bom ? Olha que graça essa menina usando um vestido xadrez desse jeito:

com colete

Semana que vem trago mais inspirações, para quem ainda não está convencido!

 

Retrospectiva Ilustrada

Oi pessoas,

Bóra relembrar alguns looks do vestido, em forma de bonequinhas de recortar ?

vestidos-edicao-sp1

O vestido chegou em São Paulo e foi direto para a Ana, que usou com cintinho azul, sapatilhas amarelas e bottons:

anah-desenho

Em seguida, foi pra balada com a Mari, com saia de tule por baixo, máxi colar, coque no cabelo e essa carteira linda de bolinhas:

Mari

E de lá foi pra Nati Lopes, virou camisa em um look descolado com botinhas, blusa cinza por baixo e bolsa de franja:

natilopes-desenhoGosto dos três, mas meu favorito dessa rodada é o da Nati, culpa das botinhas.

E o de vocês?

Um monte de roupas que Sarah não comprou.

E se ao invés de comprar todas as peças que você viu e desejou por aí, você as desenhasse ? Foi isso que a ilustradora canadense Sarah Lazarovic fez, e em apenas seis meses “desenhou” dois mil doláres de wishlist. O desafio que ela se colocou foi não comprar nenhuma peça durante todo o ano de 2012. Viciada principalmente em comprar na internet, Sarah reuniu e organizou seus desenhos-crônicas em um caderno virtual, chamado A bunch of pretty things I did not buy ” – clique para ler!

Além dos desenhos, o livro de Sarah traz várias reflexões sobre consumo também, como estas aqui:

“O ato de não fazer compras, mesmo sendo artificial, tem sido uma barreira deliberada contra o fluxo de coisas que vem até mim. Se eu não impusesse uma regra, compraria distraidamente. Só é difícil quando você tem o pensamento irracional de que nunca mais vai encontrar algo como aquilo, sem refletir que você já tem três parecidos no seu armário”,

Pra mim o mais legal de desenhar as peças – ao contrário de comprá-las, se resume nessa frase da Sarah: “Eu não preciso ter para apreciar estas peças. Eu não preciso vestir para poder apreciá-las.”

Assim como outras estratégias de consumo que vimos aqui no blog, como ficar sem comprar por um período determinado ou comprar e ajustar, esta é uma maneira criativa de domar nossos impulsos “shopaholic”. E vocês, que tipo de estratégia já criaram ?

*Conheci estas ilustrações na  Revista Glamour.

Brechós II – Ajustar é viver.

Acredito que a única desvantagem de comprar em brechó é a (in)disponibilidade de tamanhos. Às vezes, você pode se apaixonar por um lindo vestido – mas ele não passa nem pelos seus braços.  Ok, você não leva a peça. Mas e quando o tamanho é maior, ou muito maior? Aí é que eu acho mais divertido ainda, porque as possibilidades são infinitas ! Vocês já viram aqui no blog o projeto New Dress a Day, que fez maravilhas com roupas de brechó compradas por um mísero dolár. Quem fuçou no blog do projeto pôde ver que rolavam os bastidores das transformações, e às vezes nem é tão complicado assim.

Com alguma habilidade de costura (ou então – tia, vó, mãe, irmã com talentos) não é difícil transformar peças. E se você não possui tais habilidades cognitivas (como eu), muitas vezes vale a pena sondar a costureira do bairro para pequenos ajustes – como uma barra ou pence, ou mesmo grandes transformações, vale até usar uma camisa brega mas com estampa legal para transformar em bolsa ou algum outro acessório.  Bora se inspirar com outros exemplos?

Esses dois, o primeiro com Veronika e o segundo com a Keyko, fizeram parte do Project ReStyle, proposto pelo blog A Beautiful Mess.

Outra boa ideia que não sei como não tiveram antes é a da Capitu Vintage, um brechó virtual que também transforma e customiza peças antigas, uma ideia que nasceu como pesquisa de conclusão de curso de uma estudante de moda, Carla (leia mais aqui.)

E vocês, costumam customizar ajustar transformar peças antigas ou recentemente adquiridas me brechós?

Compartilhem com a gente!

Brechós

Confesso, sou meio viciada em brechó. Tenho um fraco especial pelos bazares de instituições e igrejas, meu favorito ever é o da Casa Bom Pastor (que apóia pessoas com cancêr que vem se tratar em Campinas, na Unicamp), montado quinzenalmente em um Terminal de Ônibus aqui da cidade. Para você que torceu o nariz, e se eu te confessasse que juntas, as peças destacadas nas imagens abaixo (a saia florida, o vestido, a saia vermelha e o cardigan verde de bolinhas) SOMADAS, não me custaram mais que R$ 20,00?

Tudinho do Bazar do Terminal.

Pois é. Por conta do meu trabalho com teatro e figurino, eu perdi o medo de fuçar nas araras ou pilhas de bazares e brechós. Já fui compulsiva uma época, comprei vários vestidos antigos que não serviram em ninguém, mas passou – hehe. Já pensei em viver só de brechó por um tempo, como um desafio não só de moda, mas também ecologicamente sustentável – sou um pouco obcecada com o desperdício e o tanto de coisas que consumimos e se tornam inúteis em tão pouco tempo. Me lembro de um episódio do Esquadrão da Moda gringo em que a vítima era uma ambientalista roxa, e o seu guarda roupa foi repaginado inteiro em lojas de segunda mão.

E já que o Vestido Viajante se dispõe a falar justamente de moda sustentável, não só em gastar menos para se vestir, porque não topar este outro desafio ? Minha indicação é fuçar na sua cidade, descobrir que instituições mantem bazar ou brechó regularmente. Tem também muito brechó bonitinho por aí, iniciativas bacanas de gente que topa o desafio de manter uma lojinha organizada e bonitinha com itens de segunda mão. Em São Paulo há vários deles, alguns até meio famosos. Além dos brechós virtuais – que vão ganhar um post só pra eles, em breve.

Para quem é de Campinas (alô interior de SP)  indico o Casa das Violetas, que vende online e também organiza eventos bacanas com discotecagem e exposição de artes visuais. Além das peças bacanas exibidas em fotos lindas, o que me ganhou foi a seção “porque comprar em brechó”, basicamente um resumo da minha filosofia: “Frequentar brechós é mais do que comprar coisas usadas só para economizar. Não dizemos um “estilo de vida”, porque soa exagerado, muito afetado, mas sim que é um jeito peculiar de se relacionar com o consumo, esta atividade que basicamente caracteriza nosso modo de vida e que é algo do qual não conseguimos escapar. Peculiar porque comprar em brechó exige da pessoa uma certa autoconfiança e um pouco de senso crítico.”

E vocês, costumam comprar peças de segunda mão?

30 x 30 Remix

Um dos projetos gringos que acho mais bacana é o 30 x 30 remix, da Kendi – Everyday. O desafio consiste em separar 30 peças do seu closet e durante 30 dias usar somente estas peças, recombinadas entre si. Este quebra cabeça fashion é uma ótima maneira de perceber que  possuímos muito mais que o suficiente – e com só um tiquinho a mais de criatividade, podemos elevar ao quadrado aquilo que já temos. Limitar o número de peças faz a gente tomar decisões mais rápido, ao invés de abrir o armário e ficar pensando: “óh céus, o que vestirei hoje?”. E detalhe importante: durante o desafio, uma das regras é não comprar nada novo.

Nas palavras da própria Kendi, reinventar e remixar o guarda roupa “me ajuda. Me lembra dos meus pontos fracos e dos meus pontos fortes. Me ajuda a guardar dinheiro e ser agradecida pelo que já tenho.  Me lembra de que eu tenho estilo, e isso não é algo que se possa comprar, estilo é algo que criamos”. Muito divertida esta ideia de que podemos criar e recriar todo dia o que a gente é, não só a partir do que vestimos, mas como vestimos e consumimos moda.

Um dos looks de remix de outono da Kendi – olhaí o xadrez azul pra inspirar a gente!

Dá para conferir os resultados dos desafios com a Kendi aqui. E ela também estendeu o desafio a quem mais quisesse, e dá para perder horas conferindo os looks de muitas outras meninas que se jogaram na ideia, neste post.