Por um 2013 onde SER é mais importante do que TER

Bóra começar 2013 mantendo a ideia do ‘menos é mais’? Pra quê acumular, pra quê gastar tanto tempo, energia e dinheiro em roupas novas, se a gente pode só usar a criatividade e deixar a energia e a grana pras coisas que realmente valem a pena? É esse o meu desejo de Ano Novo: ter menos, comprar menos, ser mais, viver mais.

Esse videozinho da Joanna Moura, do blog Um ano sem Zara, mostra três maneiras diferentes de usar um mesmo vestido. Nada que a gente já não tenha visto, mas será que a gente usa, mesmo já conhecendo todos os truques?

Inspiração: Sassi, do Astérisque

E a gente continua batendo na mesma tecla: não é preciso comprar sempre, não é preciso ter um closet lotado de peças e seguir toooodas as tendências. Basta ser criativa, como a Sassi, por exemploAlemã de 22 anos, Sassi é dona do Astérisque. Ela criou uma série de postagens onde junta imagens de looks que contenham uma mesma peça de roupa. Serve como inspiração pra gente tentar fazer igual por aqui:

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As bonequinhas do Vestido Viajante

O vestido continua por aí, viajando.

Mas enquanto ele não chega ao seu próximo destino, vejam que lindas as bonequinhas das três primeiras participantes do projeto, FernandaLual Alinée:

Fofo demais, né?
Ilustras da querida e talentosa Anna Kuhl.

As outras participantes ganharão bonequinhas ilustradas logo mais. E vale sempre lembrar que enquanto o vestido não chega ao seu próximo destino, o blog continua com publicações bacanas relacionadas ao consumo consciente. Fiquem de olho!

7ª parada – Lily Zemuner

Se tem uma coisa que eu posso dizer sobre minha estada por São Paulo é que essa não é somente a terra da garoa, mas onde todas as estações acontecem no mesmo dia. Primavera-verão-outono-inverno. O que, de certa forma, contribui para o desenvolvimento do blog, uma vez que já estamos quase em dezembro e ainda dá para pensar em me usar como uma peça invernal.

É isso, gente. Hoje estou com a Lily Zemuner e ela resolveu me tirar de casa em um dia frio de primavera paulistana. Para isso, me uniu ao seu inseparável coturninho. Como complemento – e deixando tudo mais quentinho – um colete de lã:

O destaque fica por conta dos acessórios, que são as peças que trazem informações de moda atual ao look, como as pulseiras de spikes (compradas no ebay), o colar com máxi crucifixo (comprado na 25 de março) e a bolsa de franjas.

No livro que originou o filme (Quatro amigas e um jeans viajante) – e, posteriormente, serviu de inspiração para a criação deste blog – diziam que o jeans tinha poderes mágicos. Eu, como vestido protagonista nesta história, não sei bem se meus poderes são mágicos, mas acredito estar conseguindo transformar um pouco a opinião das pessoas sobre moda e consumo. Já rodei alguns quilômetros, vesti 7 corpos diferentes (e me adequei muito bem a cada um deles). Já fui básico, esportivo, de balada, já fui blusa, já fui de verão e de inverno. E permaneço o mesmo: um simples vestido xadrez, cheio de possibilidades.

Curiosos para saber meu próximo destino? Stay tuned!

A calça jeans e suas infinitas possibilidades

A calça jeans pode ser reconhecida como a peça mais versátil de nossos armários. Não é difícil pensar em diversas composições e maneiras de usá-las, todos nós temos algumas. Mas é importante escolher bem a lavagem e o modelo, isso aumenta muito as possibilidades e opções para usarmos.

No meu caso, a calça jeans ideal é a famosa boca de sino (hoje em dia dia conhecida como flare). Esse modelo ajuda a equilibrar minhas proporções (não tenho cintura definida e minhas pernas são finas).  Por este motivo, essa calça da Zara já anda quase sozinha:

Um modelo democrático e que cai bem em quase todos os tipos de corpos é o jeans reto, ou seja, a largura das coxas mantem-se até os tornozelos. Cintura no lugar (nem alta, nem baixa demais). Escolha uma lavagem mais escura e sem “manchas”. Mais ou menos assim:

Dessa forma você terá um jeans básico , ideal tanto para produções mais esportivas quando em ocasiões formais. Isso aumenta bastante suas possibilidade de uso.

Customização: transformando jaqueta em colete

Resolvi aproveitar o momento e todas as dicas do blog para reeditar um antigo post – antigo mesmo, de janeiro de 2010 – onde mostrei como transformar uma jaqueta jeans em um colete bacaninha. As fotos são autoexplicativas, não tem muito segredo. Bóra ver?

Como, na época, as tachinhas estavam super em alta, coloquei algumas na gola. Elas já saíram de moda e voltaram outra vez, então acho que o colete permanece atual. Mas quem quiser por parar só no corte das mangas.

No final, fica assim :

“New Dress a Day” ganha livro

Há algumas semanas fiz um post relembrando um projeto bem bacana de incentivo ao consumo consciente, o New dress a day. Quem não viu, pode clicar aqui e conhecer. Qual não foi minha surpresa ao ver que o projeto acaba de ganhar versão em livro:

Muito bacana ver a ideia ser difundida, sair do mundo virtual e ganhar as prateleiras das livrarias. Prova de que o assunto ainda tem muito para render.

Quem quiser garantir um exemplar, tem na Amazon.

Um vestido, várias possibilidades

E enquanto o vestido viajante não chega por aqui, vale fazer a brincadeira com um vestido que nunca viajou, mas já ganhou várias versões ao longo dos seus muitos anos de uso. Serve como inspiração para o que está por vir.

Hoje apresento para vocês meu xadrez básico e velho de guerra:

Já usei de várias formas, no verão e no inverno. Prova de que para ser básico e usual não precisa ser sem graça ou sem estampa. Tenho esse vestido há mais de 4 anos e ele permanece como novo. O que nos mostra que, muitas vezes, vale a pena investir em peças de melhor qualidade ou acabamento. A relação custo x benefício é infinitamente maior se compararmos com peças que não possuam qualidade, que serão descartadas com maior rapidez.

Em uma das últimas vezes, usei assim: